segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Prof. Marcos Lima

Papa faz doação, reza e manifesta pesar pelas vítimas do furacão Haiyan-Yolanda.



"Infelizmente, as vítimas são muitas e enormes os danos”, disse o papa Francisco, 
na manhã do domingo, 10, após a oração mariana do Angelus.

O papa recordou a tragédia ocorrida nas Filipinas na última sexta-feira, 8, quando milhares de pessoas foram atingidas pelo tufão Haiyan-Yolanda.
O papa solicitou aos fieis que estavam na Praça de São Pedro um minuto de silêncio. Em seguida, todos rezaram uma Ave Maria. “Rezemos por esses nossos irmãos e irmãs e façamos chegar a eles a nossa ajuda concreta”, pediu Francisco.
Telegrama
Francisco já havia manifestado seu pesar pelas vítimas, por meio de um telegrama, ao presidente das Filipinas, Benigno Aquino III.
Na mensagem, assinada pelo secretário de Estado do Vaticano, dom Pietro Parolin, o papa afirma estar “profundamente triste com a destruição e perda de vidas causadas pelo super tufão” e manifesta solidariedade a todos os atingidos pelo furacão.
O Pontifício Conselho Cor Unum anunciou hoje (11) que o Papa decidiu enviar uma doação de 150 mil dólares para colaborar com a população afetada nos últimos dias pelo tufão Haiyan nas Filipinas que deixou milhares de falecidos.

O tufão, que nesta segunda-feira chegou ao Vietnã e à China onde já se contam alguns falecidos, teria causado aproximadamente 10 mil mortos segundo estimativas dos peritos.

O comunicado do dicastério vaticano assinala que depois da passagem do "tufão Haiyan que, no fim de semana, afetou com extraordinária veemência o território das Filipinas, em particular as ilhas de Leyte e Samar, causando - segundo os dados atuais, mas não ainda definitivos - mais de 10 mil vítimas, o Santo Padre Francisco, através do Pontifício Conselho Cor Unum, decidiu enviar uma primeira contribuição de 150 mil dólares para o socorro da população".

Esta quantia, indica o texto "que será repartida através da Igreja local nas regiões mais afetadas pela calamidade, será usada para ajudar as obras de assistência desenvolvidas em favor dos danificados e das vítimas".


A ajuda, conclui o comunicado, "quer ser uma primeira e imediata expressão concreta dos sentimentos de espiritual proximidade e paterno ânimo do Sumo Pontífice para com as pessoas e os territórios devastados pelas inundações".

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